Blog Terapia ao Quadrado
FÉRIAS DOS MIÚDOS: E AGORA?
Como manter a sanidade mental dos cuidadores durante as férias escolares
As férias escolares chegam e, para muitas famílias, a reação é tudo menos relaxamento.
Enquanto os miúdos celebram a liberdade dos horários, muitos pais e cuidadores começam imediatamente a fazer contas: quem fica com eles? Como conciliar trabalho e férias? Como garantir que não passam três meses em frente a um ecrã? E, sobretudo, como sobreviver a tudo isto sem chegar a setembro completamente esgotado?
CRIANÇAS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS: COMPREENDER, APOIAR E PROMOVER O SEU DESENVOLVIMENTO
Cada criança aprende, comunica e desenvolve-se ao seu próprio ritmo. No entanto, algumas necessitam de apoios específicos para participar plenamente nas atividades escolares, sociais e familiares.
SER CRIANÇA HOJE: ENTRE O MUNDO REAL E O DIGITAL
Ser criança hoje não é o mesmo que foi há 10, 20 ou 30 anos. Crescer implica aprender a andar, a falar… e também a navegar na internet.
Entre brincadeiras no chão e vídeos no ecrã, entre histórias contadas pelos pais e conteúdos vistos online, as crianças vivem cada vez mais cedo entre dois mundos: o real e o digital.
O QUE ACONTECE AO CÉREBRO DE UMA CRIANÇA QUANDO OUVE UMA HISTÓRIA?
Por trás de um momento aparentemente simples, quando uma criança ouve uma história, o seu cérebro desenvolve uma série de competências. Ouvir histórias é muito mais do que entretenimento: é um exercício profundo de desenvolvimento cerebral, emocional e social.
ESPELHO MEU: O FOCO NO REFLEXO DO COMPORTAMENTO PARA EDUCAR
No decorrer do desenvolvimento das capacidades cerebrais da criança, existe a predisposição para a imitação, captando e replicando as ações e emoções dos adultos de referência. A partir dos primeiros meses de vida, os bebés imitam expressões faciais e sons.
UTILIZAÇÃO SEGURA DA INTERNET: UM GUIA ESSENCIAL PARA FAMÍLIAS
Atualmente, a internet integra o quotidiano de pessoas de todas as idades, deixando de ser uma ferramenta exclusiva de uma geração. Tanto adultos como crianças recorrem ao meio digital para aprender, comunicar, trabalhar e divertir-se.
AS MARCAS INVISÍVEIS DOS MAUS-TRATOS: O QUE FICOU POR CUIDAR
Nem todas as feridas deixam marcas visíveis. Algumas instalam-se em silêncio, numa zona da experiência onde ainda não existem palavras. E, por isso, permanecem.
ESCUTAR O QUE NÃO SE VÊ: CUIDAR DA SAÚDE PSICOLÓGICA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES
Estar saudável vai muito além daquilo que se vê.
A saúde exige um olhar inteiro sobre a pessoa, é um estado completo de bem-estar físico, mental e social, que permite à pessoa realizar as suas capacidades e potencial, lidar com as adversidades do dia-a-dia e contribuir ativamente para a comunidade.
DIA DO PAI
Crescer é descobrir de onde vêm certas partes de nós. Muitas destas partes têm origem nas pessoas que estiveram connosco desde o início da nossa vida, especialmente nos nossos pais. Sendo que vamos celebrar o Dia do Pai, convido-te a olhar em particular para essa relação.
PORQUE É QUE ALGUNS ADULTOS ADORAM O CARNAVAL?
Todos os anos, quando chega o Carnaval, vemos o mesmo fenómeno: enquanto algumas pessoas passam incólumes pela época, outras vivem o Carnaval com verdadeiro entusiasmo. Planeiam fatos, pensam personagens, maquilham-se, transformam o corpo e entram no jogo. Mas porquê?
O AMOR QUE COMEÇA EM TI
Quando falamos sobre o mês de fevereiro, o discurso dominante convida-nos, de forma inconsciente, a pensar no outro: nas relações amorosas, nos gestos românticos, nas dedicatórias de amor. Para variar um pouco, venho convidar-te a pensar em ti. Isto porque, antes de amares alguém, precisas de aprender a amar-te a ti próprio.
COMPREENDER OS CLUSTERS DA PERSONALIDADE: UMA LEITURA A PARTIR DO DSM-5
A personalidade é o conjunto de padrões estáveis de pensar, sentir e agir que nos tornam únicos. É aquilo que nos acompanha ao longo da vida e influencia a forma como nos relacionamos connosco próprios e com os outros.
RESOLUÇÕES DE ANO IRREALISTAS
O início de um novo ano costuma vir acompanhado de listas, metas e promessas: ser mais produtivo/a, mais disciplinado/a, mais feliz ou mais equilibrado/a. Como se a mudança de ano trouxesse a obrigação de nos tornarmos uma versão melhorada de quem somos.
NÃO COMPRE PRENDAS, OFEREÇA TEMPO
O Natal aproxima-se e, com ele, a azáfama habitual: listas de prendas, centros comerciais cheios, encomendas de última hora e a pressão de “não faltar nada”. Nesta corrida, facilmente nos esquecemos de perguntar o que realmente faz falta — a nós, às nossas relações e às nossas crianças.
Acreditamos que o Natal pode ser mais do que consumo. Pode ser um tempo de presença, de encontro e de cuidado emocional.
SAÚDE MENTAL E A INCLUSÃO: COMO APOIAR PESSOAS COM NEE NO DIA INTERNACIONAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
No Dia Internacional da Pessoa com Deficiência lembramos que a inclusão não é um favor – é um direito. Salvaguardando a necessidade de promover a inclusão, a igualdade e o respeito pela diversidade/individualidade humana.
QUANDO AS CRIANÇAS MENTEM (E O QUE ISSO NOS PODE ENSINAR)
Se alguém vos dissesse: “Os vossos filhos vão mentir”, qual seria a vossa primeira reação? Talvez algo como “Os meus não, temos uma ótima relação”, certo? Mesmo que seja esse o vosso pensamento… a verdade é que os vossos filhos vão mentir-vos.
O IMPACTO DA MUDANÇA DA HORA NAS CRIANÇAS
A mudança da hora tem impacto no funcionamento psicológico e fisiológico das crianças, podendo observar-se algumas mudanças a nível emocional e comportamentais.
A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA NO COMPORTAMENTO ALIMENTAR
O funcionamento familiar desempenha um papel fundamental no desenvolvimento das crianças e jovens, podendo por esse motivo ter um impacto direto sobre o comportamento alimentar dos mesmos.
ESTRATÉGIAS PARA MELHORAR A ATENÇÃO E A CONCENTRAÇÃO EM CASA E NA ESCOLA
Todos nós, crianças e adultos, temos momentos em que se torna um desafio mantermo-nos atentos e concentrados naquilo que estamos a fazer, sobretudo se nos sentirmos ansiosos, cansados ou mesmo pouco motivados na atividade.
O TERAPEUTA E A MORTE DE UM PACIENTE: QUANDO O CUIDADO NÃO TERMINA
Nem sempre estamos preparados. Formamo-nos para intervir, reabilitar, comunicar, aliviar. Mas poucos falam sobre aquele momento em que tudo se silencia... e o paciente parte.
